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Tarcísio de Freitas tem vantagem sobre Fernando Haddad em pesquisa de intenção de voto
Tarcísio de Freitas tem vantagem sobre Fernando Haddad em pesquisa de intenção de voto
Por Redação
11/09/2026 às 07:00
Atualizado em 11/09/2026 às 09:36

Foto: VEJA
Pesquisa Paraná Pesquisas indica que Tarcísio de Freitas pode vencer Haddad já no primeiro turno em São Paulo.
Um levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas e divulgado nesta sexta-feira, 11, aponta que o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera as intenções de voto, podendo conquistar a reeleição no primeiro turno. Tarcísio registra 49,7% das preferências, enquanto seu principal concorrente, Fernando Haddad (PT), alcança 34,5%.
Na sequência, Vera Lúcia (PSTU) tem 1,8% das intenções, enquanto Carlos Machado (PCB), Policial Edjane (Agir) e Vivian Mendes (UP) aparecem com 0,7% cada. Izadora Dias (PCO) obtém 0,6%. Os votos em branco, nulos ou não definidos somam 7%, e 4,4% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.
A pesquisa, que entrevistou 1.680 eleitores de 77 municípios do estado, foi realizada entre os dias 7 e 10 de outubro e possui um grau de confiança de 95%, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE sob o número SP-08090/2026.
No cenário de um eventual segundo turno, Tarcísio também se mostra à frente, com 52,9% das intenções de voto contra 37,5% de Haddad. Os votos em branco e nulos seriam 6,8%, enquanto 2,9% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em agosto, ambos oscilaram dentro da margem de erro. Na ocasião, Tarcísio tinha 53% e Haddad, 36,9%. O levantamento de fevereiro deste ano mostrava Tarcísio com 58,7% e Haddad com 32,4%.
Além das intenções de voto, a pesquisa também avaliou a aprovação da gestão de Tarcísio. Dos entrevistados, 65,4% aprovaram o governo, enquanto 32,5% desaprovaram. A avaliação da gestão é classificada como “regular” por 31,7%, “boa” por 30%, “péssima” por 15,2%, “ótima” por 15,4% e “ruim” por 5,9%. 1,8% não souberam ou não quiseram responder.
Fonte: VEJA
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