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O presidente do STF, Edson Fachin, determina a divulgação das provas relacionadas ao caso do Banco Master em 24 horas.
A decisão do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de exigir que todas as evidências do escândalo do Banco Master sejam tornadas públicas em 24 horas promete revelar detalhes sobre a chamada República de Madame Satã. O relator do caso, André Mendonça, será responsável por apresentar informações sobre a rede de autoridades de diversos poderes que teriam se beneficiado do dinheiro ilícito de Daniel Vorcaro.
Entre as revelações, está a famosa festa de Halloween em São Paulo, onde 120 garotas de programa foram contratadas para atender 20 homens, conforme reportado pela Revista Piauí. A quebra de sigilo permitirá o acesso a mensagens, fotos, áudios e documentos que Vorcaro mantinha em seu celular, além de detalhes sobre encontros em um clube de golfe em Miami.
A Polícia Federal também disponibilizará informações obtidas a partir da quebra de sigilos telemáticos e da nuvem associada ao “Sicário” de Vorcaro. Essa é uma oportunidade para que Mendonça apresente ao público os arquivos que têm gerado apreensão entre os poderosos.
As questões em torno da lentidão das investigações e a resistência da Procuradoria Geral da República e da Polícia Federal em firmar um acordo de delação com Vorcaro também estão em pauta. Resta saber se a decisão de Fachin incluirá os arquivos das delações de Antonio Carlos Freixo Junior, empresário que atuava como carregador de dinheiro de Vorcaro, e de João Carlos Mansur, ex-proprietário da Reag.
A expectativa é que o ministro André Mendonça torne toda a documentação acessível ao público.
Fonte: VEJA
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