
Foto: VEJA
Silvinei Vasques tentou obter remição por trabalho e estudo, mas ministro apontou que atividades foram realizadas em liberdade.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, que buscava uma redução de sua pena de 24 anos e seis meses de prisão, imposta por sua participação em uma tentativa de golpe. A defesa solicitou a remição da pena com base em sua atuação como secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação de São José (SC) e em seu curso de doutorado na Universidad Internacional Iberoamericana do México.
No entanto, Moraes esclareceu que as atividades mencionadas ocorreram enquanto Silvinei estava em liberdade, cumprindo medidas cautelares após um ano de prisão preventiva, sem ter sido condenado até então. O ministro destacou: "Consta que o sentenciado cumpriu exclusivamente medidas cautelares diversas da prisão, permanecendo em liberdade durante todo o período em que exerceu atividades laborais e frequentou curso de estudo".
A atuação como secretário municipal aconteceu entre janeiro e dezembro de 2025, enquanto o doutorado começou em agosto do mesmo ano. Silvinei foi condenado devido aos bloqueios promovidos pela PRF no dia do segundo turno das eleições de 2022, especialmente nas regiões de maior votação para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Fonte: VEJA
Relacionadas
Ministro do STF solicita proposta sobre responsabilidades de emendas parlamentares
29/07/2026 às 12:36
Por Redação
MPF prossegue com investigação de site que publica contos eróticos envolvendo crianças
29/07/2026 às 11:30
Por Redação
Troca de tiros na Avenida Brasil resulta em cinco mortos, incluindo um policial
29/07/2026 às 09:50
Por Redação
Mais Lidas


