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Jürgen Klopp se apresenta como técnico da seleção alemã e fala sobre sua determinação em proteger a família e resgatar o futebol do país.
Jürgen Klopp, em sua primeira coletiva como técnico da seleção alemã, deixou claro que não está no cargo para enriquecer ou tolerar desrespeito. Ele afirmou que se a federação ou a torcida não o quiserem, ele deixará o cargo sem cobrar indenização.
Durante a apresentação no DFB Campus, Klopp alertou sobre a necessidade de respeito, especialmente em relação à sua família, enfatizando que abandonará o projeto se a imprensa ultrapassar limites. O treinador criticou o tratamento dado a seus antecessores, como Julian Nagelsmann e Thomas Tuchel, em momentos de pressão.
Klopp se posicionou de forma firme, afirmando que sua carreira não é um trampolim, mas sim o ápice de sua trajetória. Ele prometeu um estilo de jogo intenso, com uma linha defensiva de quatro jogadores e pontas atuando como novos armadores.
Além das mudanças em campo, Klopp também reformulou a comissão técnica, trazendo seu empresário Mark Kosicke para um novo cargo focado em estratégia e inovação. O objetivo é transformar não apenas o desempenho do time, mas também a estrutura interna da federação.
O técnico pediu expectativas realistas, lembrando que a Alemanha pode não ter atualmente craques como Kylian Mbappé, mas possui uma base talentosa, destacando os jovens campeões sub-17. Klopp sonha em ver a seleção novamente campeã mundial em quatro anos, encerrando sua apresentação com otimismo sobre a missão que tem pela frente.
Fonte: VEJA
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