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Diego Castro defende candidatura própria do PL na Bahia e volta a criticar projeto de Olívia Santana
Diego Castro defende candidatura própria do PL na Bahia e volta a criticar projeto de Olívia Santana
Por Redação
14/08/2025 às 15:31
Atualizado em 15/08/2025 às 10:39

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O deputado estadual Diego Castro (PL) defendeu, nesta quinta-feira (14), que o Partido Liberal lance candidatura própria ao governo da Bahia nas eleições de 2026. Durante entrevista ao programa Toda Hora, da Salvador FM, o parlamentar afirmou que o ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, não representa a direita conservadora e não tem um discurso firme de oposição ao PT.
"Defendo a ideia de que o PL tenha candidatura única. Neste momento, não vejo nenhum candidato que assuma um discurso que a gente possa dizer claramente de oposição ao PT. O grande nome do nosso partido é o presidente estadual João Roma, que é um bom nome para a candidatura ao governo da Bahia e iria contribuir muito", declarou o deputado, alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Castro também questionou a possível união entre o PL e o União Brasil, reforçando que uma aliança com ACM Neto exigiria diálogo mais amplo com a base conservadora.
"Essa questão do PL se unir ao União Brasil, de ACM Neto, carece de um diálogo mais aberto com a base conservadora. Não significa que, se houver acordo partidário, essa base vai junto. Não é bem assim", alertou. Ele ainda sugeriu que qualquer candidato que deseje o apoio do PL em 2026 deve se posicionar claramente em defesa de Jair Bolsonaro, que atualmente é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento em uma suposta tentativa de golpe de Estado.
Durante a mesma entrevista, Diego Castro voltou a criticar um projeto de lei da deputada Olívia Santana (PCdoB), já apelidado por ele como “Bolsa Família dos Bandidos”. A proposta, que tramita na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), prevê a concessão de indenizações de até R$ 9 mil a familiares de pessoas atingidas por disparos de arma de fogo em operações policiais, mesmo que de forma cautelar.
Segundo Castro, o projeto beneficia criminosos e desrespeita as famílias das vítimas da violência.
"Esse tipo de proposta trata os criminosos como vítimas e ataca o trabalho das forças de segurança pública. É uma inversão de valores", criticou.
A polêmica já motivou uma ação judicial movida por Olívia Santana contra o deputado, por suposta violência política de gênero. Ela também o acusa de espalhar fake news sobre o conteúdo do projeto, protocolado em abril e baseado em uma decisão do STF que responsabiliza o Estado por mortes ou ferimentos causados por ações policiais.
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