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Salvador é uma das capitais com alto risco de SRAG

Salvador é uma das capitais com alto risco de SRAG

Por Redação

04/09/2026 às 12:32

O Boletim InfoGripe da Fiocruz indica que Salvador está entre as seis capitais com elevado risco de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, principalmente entre crianças e adolescentes.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicou, na última quinta-feira (3), a nova edição do Boletim InfoGripe. O relatório aponta que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) permanecem altos na Bahia, com Salvador figurando entre as seis capitais em alto risco de crescimento da síndrome.

Esse aumento está relacionado, principalmente, ao rinovírus, afetando em grande parte crianças e adolescentes com até 14 anos. A análise abrange a Semana Epidemiológica 34, entre 23 e 29 de agosto.

Das 27 capitais brasileiras, seis apresentam níveis de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco. Além de Salvador, as cidades de Aracaju, Boa Vista, Goiânia, João Pessoa e Vitória também estão nesta situação.

Dados da Bahia

O portal A TARDE teve acesso ao Boletim Epidemiológico de SRAG da Bahia, que revela que, apesar de ser referente a duas semanas anteriores à análise da Fiocruz, os números indicam persistência de casos elevados. Foram registrados 7.388 casos confirmados e 231 óbitos. O rinovírus é responsável por 47,4% das amostras positivas, com uma incidência de 23,4 casos por 100.000 habitantes nas primeiras 31 semanas epidemiológicas de 2026, incluindo outros vírus respiratórios como o adenovírus.

Medidas de Prevenção

  • Mantenha a vacinação em dia;
  • Use máscara em ambientes fechados e com grande aglomeração;
  • Mantenha as mãos sempre limpas;
  • Isole-se ao apresentar sintomas de gripe ou resfriado;
  • Se não for possível o isolamento, utilize máscara ao sair de casa.

É essencial buscar atendimento médico caso apareçam sinais como falta de ar, dificuldade para respirar ou febre persistente, especialmente em crianças e idosos, que são mais vulneráveis às formas graves da doença. A redação de A Tarde tentou contato com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e o Conselho Estadual de Saúde, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.

Fonte: A Tarde

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