
Foto: A Tarde
Uma mulher de 38 anos do Reino Unido foi diagnosticada com câncer de intestino após uma triagem para doação de sangue detectar uma grave deficiência de ferro.
Laura Jackson, uma britânica de 38 anos, recebeu o diagnóstico precoce de câncer de intestino após tentar doar sangue. Durante a triagem, foram encontrados baixos níveis de ferro, o que levou a uma investigação médica e ao descobrimento de um tumor de aproximadamente cinco centímetros.
Apesar de não apresentar sintomas significativos, além de um cansaço constante que atribuía ao trabalho intenso, Laura procurou atendimento médico após ser impedida de doar sangue. Exames de sangue oculto nas fezes resultaram positivos em duas ocasiões, confirmando a presença do tumor após uma série de investigações.
Após a realização de uma tomografia, Laura passou por uma cirurgia para remoção de cerca de um terço do intestino. Contudo, exames realizados seis semanas depois mostraram que ainda havia células cancerígenas nas veias e em tecidos fora do intestino, indicando que a doença tinha começado a se espalhar.
Como parte do tratamento, Laura iniciou um ciclo de quimioterapia de 12 semanas. Em entrevista ao jornal britânico The Sun, ela compartilhou que a experiência da quimioterapia foi a mais desafiadora, destacando a necessidade de mudar sua perspectiva sobre o tratamento, que passou a ver como uma forma de impedir a volta da doença.
Após completar a quimioterapia, novos exames não mostraram sinais de recorrência do câncer. Contudo, Laura continuará sob acompanhamento médico pelos próximos cinco anos, tempo crucial para monitorar possíveis recidivas.
A paciente relatou que, após o diagnóstico, percebeu que alguns sintomas, como diarreia frequente e fadiga excessiva, já estavam presentes há algum tempo. Especialistas alertam que alterações no funcionamento intestinal, sangue nas fezes, anemia, perda de peso inexplicada e cansaço persistente devem ser investigados.
Embora o caso de Laura tenha sido descoberto durante a triagem para doação de sangue, é importante ressaltar que esse tipo de triagem não é um exame para detecção de câncer. A deficiência de ferro foi o que chamou a atenção dos médicos, levando à descoberta do tumor.
Refletindo sobre sua experiência, Laura afirmou que a jornada com o câncer transformou sua visão de vida, ressaltando que escapar da morte muda a maneira como se encara as coisas.
Fonte: A Tarde
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