Banner Horizontal

Home

/

Notícias

/

Política

/

Resistência interna pode complicar candidatura de Tereza Cristina como vice de Flávio Bolsonaro

Resistência interna pode complicar candidatura de Tereza Cristina como vice de Flávio Bolsonaro

Por Redação

31/07/2026 às 09:00

Atualizado em 31/07/2026 às 10:46

Resistência interna pode complicar candidatura de Tereza Cristina como vice de Flávio Bolsonaro

Foto: VEJA

A União Progressista hesita em financiar a campanha presidencial do PL devido a preocupações políticas e financeiras.

A candidatura de Tereza Cristina como vice de Flávio Bolsonaro enfrenta objeções dentro da União Progressista. Parlamentares do PP e do União Brasil estão relutantes em se associar ao projeto do PL, tanto por razões políticas quanto financeiras.

Embora a indicação da senadora não exija que a federação financie a campanha presidencial, sua entrada na chapa geraria uma pressão para um aporte significativo, que poderia ser retirado dos recursos destinados às campanhas de deputados, senadores e governadores. A União Progressista dispõe de R$ 943,3 milhões do fundo eleitoral, que já foi alocado para aumentar suas representações no Congresso.

O União Brasil, por exemplo, reservou 80% de seus R$ 526,2 milhões para candidaturas proporcionais, enquanto o PP não definiu valores específicos para a presidência e se comprometeu a investir até R$ 3,176 milhões para cada deputado federal que busca a reeleição. Para acomodar Tereza, a federação precisaria revisar a distribuição de recursos já estabelecida.

Os senadores da federação destacam que a neutralidade é fundamental para proteger o caixa destinado às campanhas estaduais, evitando disputas sobre a divisão de recursos. A resistência também está relacionada à competição pela maior bancada na Câmara, com a União Progressista almejando eleger entre 112 e 120 deputados, enquanto o PL busca 115.

Além disso, o PL tem capacidade de autofinanciar sua campanha, contando com R$ 881,7 milhões do fundo eleitoral e cerca de R$ 134 milhões do fundo partidário. Isso levanta a questão sobre quanto a União Progressista estaria disposta a contribuir sem comprometer sua própria força eleitoral.

Atualmente, não há um valor definido para essa colaboração. Um aporte simbólico poderia se assemelhar aos R$ 1 milhão que o PSB enviou à campanha de Lula em 2022, enquanto um apoio de R$ 30 milhões poderia financiar várias campanhas para deputados federais. A União Progressista tem, portanto, que ponderar as implicações políticas e financeiras de apoiar a chapa de Flávio Bolsonaro.

Fonte: VEJA

Banner Horizontal
logo

Site dedicado a informar com agilidade e responsabilidade, trazendo os principais acontecimentos locais, regionais e nacionais.

Siga

Hora1 © Copyright 2025

Design by NVGO

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nossa Política de Cookies.