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O ex-jogador Andrea Pirlo foi descartado para o cargo de treinador da Azzurra devido a críticas e falta de experiência.
Andrea Pirlo, ex-jogador e favorito para assumir o comando da seleção italiana, anunciou nesta segunda-feira, 27, que seu nome foi retirado da disputa para o cargo de técnico. O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Giovanni Malagò, indicou que um novo treinador será revelado em breve.
Em uma postagem no Instagram, Pirlo expressou sua decepção com a decisão, afirmando que sua exclusão se baseou em polêmicas que não refletem sua verdadeira personalidade. A escolha do novo treinador ocorreu em meio a um cenário complicado para a Azzurra, que não se classificou para as três últimas Copas do Mundo (2018, 2022 e 2026).
Embora Pirlo tenha sido considerado um candidato forte, sua trajetória como técnico, iniciada em 2020, tem sido marcada por dificuldades, com passagens por clubes como Juventus e United FC, dos Emirados Árabes Unidos. Além disso, o ex-jogador enfrentou críticas por um contrato publicitário com uma empresa russa de apostas esportivas.
Malagò, que sempre se mostrou contrário à contratação de Pirlo, viu sua candidatura ser apoiada por figuras como Paolo Maldini e Leonardo, que tentaram também trazer Pep Guardiola, mas sem sucesso. Agora, Antonio Conte, ex-técnico do Napoli, ganha força como possível novo treinador, enquanto Thiago Motta, que já esteve à frente de Bologna e Juventus, também é cogitado.
A crise interna da FIGC pode levar à saída de Maldini, que, segundo rumores, considerou deixar o cargo se Conte ou Roberto Mancini forem escolhidos como treinadores.
Fonte: VEJA
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