Neymar abre mão de oportunidades financeiras ao se afastar da Seleção
Por Redação
29/07/2026 às 13:23

Foto: VEJA
O atacante preserva seus patrocínios, mas perde receitas de campanhas ligadas à Seleção.
Neymar não enfrentará perda salarial ao se afastar da Seleção Brasileira, uma vez que a CBF não remunera os jogadores mensalmente. No entanto, o jogador abre mão de uma receita significativa proveniente de campanhas publicitárias que só são ativadas quando ele representa a Seleção.
Por exemplo, sua convocação para a Copa de 2026 poderia desbloquear campanhas com marcas como Puma, Red Bull e Mercado Livre, avaliadas em aproximadamente R$ 30 milhões. Esses recursos poderiam ser mobilizados rapidamente, com apenas três publicações nas redes sociais relacionadas ao retorno de Neymar à Seleção.
Além disso, ele havia negociado outras oito campanhas que seriam ativadas se o Brasil conquistasse o hexacampeonato. Embora os valores não tenham sido revelados, a participação na Copa envolvia um total de 11 ações comerciais diretamente vinculadas à Seleção. Com a eliminação do Brasil, as campanhas ligadas ao título foram perdidas.
A aposentadoria do jogador impacta especialmente as próximas competições, principalmente a Copa América de 2028. Se o pacote de campanhas ativado durante a convocação de 2026 se repetisse, a renúncia comercial de Neymar poderia atingir pelo menos R$ 30 milhões.
Apesar disso, Neymar não perderá toda a sua renda fora dos campos, que a Forbes estima em cerca de R$ 143 milhões anuais. O atacante conseguiu manter receitas nesse nível mesmo durante os quase três anos em que esteve afastado da Seleção. Portanto, embora seu adeus à camisa amarela não desfaça sua marca pessoal, ele fecha uma oportunidade que poderia gerar, em poucos minutos, uma receita que muitos atletas não conseguem acumular ao longo de suas carreiras.
Fonte: VEJA
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