Anvisa proíbe venda de cosméticos irregulares, incluindo alisantes e tinturas
Por Redação
24/07/2026 às 12:00

Foto: VEJA
A Anvisa suspendeu a comercialização de diversos cosméticos devido à falta de regularização sanitária. Confira a lista dos produtos afetados.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da venda, fabricação e uso de uma série de cosméticos que não estão devidamente regularizados. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira, 24. Segundo a Anvisa, os produtos em questão apresentam irregularidades no processo de autorização.
A medida abrange a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação e uso dos itens, que incluem perfumes, alisantes, máscaras capilares, shampoos e outros produtos de beleza. Entre os itens proibidos, destacam-se:
- Perfume Árabe Lattafa Asada 100nk Eau de Parfum Masculino – Fabricante desconhecido;
- Amazon Therapy Supreme Mask (alisante capilar) – Fabricante desconhecido;
- Todos os produtos da Flora Amazônica Cosmética-ME;
- Titanium 2 Escova Semidefinitiva da marca Titanium Liss Hair Cosmetic;
- Cúrcuma Longa Bio Tintura Livealoe – Bio Cerrado Fitoterápico Produtos Naturais Indústria e Comércio Ltda.;
- Pasta Modeladora Loca – Luso Comércio e Indústria de Cosméticos Ltda-ME;
- Shampoo Lovely Reparação Total Merli (016SRT1500) e Shampoo Lovely Manutenção da Cor Merli (14SLMC1500) – fórmulas não autorizadas;
- Zero Dor – Diamond (todos) – sem regularização sanitária;
- Shampoo Reposição Carbono (SRCO33/26), Essenza Hair Diamond (EH252/25);
- Óleo Marrocos – Prime (002OMP08) e BB Cream Keratina (001BB-C250) – rotulagem irregular, todos fabricados pela Esplendor Indústria de Cosméticos Ltda.
A Anvisa também ordenou a apreensão de todos os lotes do Profuse Nitrel Suavizante Balm, pois a fabricante Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. afirmou não reconhecer a produção do item, que estava disponível na plataforma Shopee com características distintas da versão original.
Dicas para evitar cosméticos irregulares
Para não adquirir produtos irregulares ou potencialmente perigosos, é recomendável:
- Consultar a regularização do produto no site da Anvisa antes da compra;
- Não comprar itens sem informações sobre fabricante, lote, validade ou rótulo;
- Desconfiar de cosméticos vendidos em canais informais ou que prometem resultados extraordinários;
- Prestar atenção especial a alisantes, pois produtos sem registro podem causar queimaduras, danos aos olhos e queda de cabelo;
- Verificar se a embalagem e os dados do produto correspondem à versão oficial da marca.
Fonte: VEJA
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