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Iniciativa reúne empresas para elevar os padrões do mercado de defesa no Brasil.
Empresas do setor de segurança e defesa lançaram o Movimento NITI (Núcleo de Inovação e Tecnologias Integradas) com o objetivo de promover a integração entre profissionais e tecnologias, elevando os padrões do setor no Brasil.
Entre as participantes estão a MODUS, que foca em formação profissional; a MTI, especializada em radiocomunicação; a MAXTEL, que atua em controle de acesso; a A\SENSE, voltada para defesa perimetral; a Aeroscan, com monitoramento aéreo via drones; a Easy5 Control, em automação de controle de acesso; e a Planet Techno, que desenvolve tecnologias específicas para o mercado.
A iniciativa visa criar um ambiente colaborativo onde as empresas possam compartilhar conhecimentos e demonstrar como suas soluções podem operar de maneira coordenada. Por exemplo, um sistema de detecção pode acionar o videomonitoramento, comunicar-se com as equipes por radiocomunicação e, dependendo do caso, iniciar uma ação automatizada.
Além de estimular a colaboração entre as empresas, o movimento planeja formar uma comunidade focada na atualização profissional e no acompanhamento das transformações tecnológicas e regulatórias do setor. Também está prevista a criação do Selo/Certificação NITI, que reconhecerá as empresas que cumprirem critérios estabelecidos pela iniciativa, cujos detalhes ainda estão sendo definidos.
Clayton Magno, diretor executivo da MODUS, destaca que a criação do movimento se deu pela necessidade de alinhar a formação dos profissionais de segurança com a evolução tecnológica. Ele ressalta que o modelo tradicional de capacitação não atende mais às exigências atuais, que requerem uma integração maior de sistemas tecnológicos.
Magno afirma: "O NITI nasce para aproximar o mercado da prática e garantir que profissionais e empresas compreendam as tecnologias e sua integração nas operações, possibilitando decisões mais eficazes".
A integração de tecnologias é considerada fundamental para o sucesso do setor. Hamilton Luiz, CEO da A\SENSE, afirma que o principal desafio não é a disponibilidade de tecnologia, mas sim a sua integração. Ele enfatiza que uma operação eficaz deve conectar diferentes sistemas para garantir uma resposta coordenada e eficiente.
Fonte: VEJA
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