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Pesquisadores italianos estudaram o efeito de um molho de tomate natural em pessoas com gordura no fígado, revelando benefícios significativos.
Com o aumento da gordura no fígado, que pode levar a sérios problemas de saúde, cientistas da Itália investigaram como um molho de tomate específico pode ajudar no tratamento dessa condição, conhecida como doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD).
O estudo, publicado no Jornal Europeu de Nutrição, envolveu 93 adultos diagnosticados com a doença, que consumiram porções de 80 ou 160 gramas de um molho de tomate feito com tomates orgânicos italianos, ricos em carotenoides, em dias alternados durante três meses. Para comparação, um molho tradicional também foi utilizado.
Os resultados mostraram que os participantes que ingeriram o molho natural apresentaram uma redução significativa na gordura hepática, incluindo aqueles com mais de 60 anos. O molho analisado é produzido a partir de um tomate patenteado chamado OsteoCol, que foi desenvolvido para ter maior concentração de carotenoides, substâncias que ajudam a reduzir o estresse oxidativo e a inflamação nas células.
Os testes em laboratório confirmaram que a receita diminui o acúmulo de gordura nas células do fígado. A preparação do molho, que envolve cozimento com um pouco de óleo, potencializa a absorção de compostos como o licopeno, que é lipossolúvel.
Embora o estudo tenha utilizado um tipo específico de tomate, é possível que molhos caseiros feitos com tomates orgânicos também ofereçam benefícios semelhantes. No entanto, os molhos industrializados não são recomendados devido a níveis elevados de sódio e açúcar, além de aditivos que podem afetar a saúde.
Fonte: VEJA
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Por Redação
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