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A emissora divulgou uma fake news sobre Flávio Bolsonaro que sugeria a retirada do título de padroeira do Brasil da santa.
Durante a campanha presidencial, um assunto polêmico surgiu: a possibilidade de Nossa Senhora Aparecida deixar de ser a padroeira do Brasil. A Globo foi a responsável por propagar essa informação falsa, que foi desmentida pelo próprio Flávio Bolsonaro e sua equipe.
A controvérsia ganhou destaque nas redes sociais após a jornalista Maria Cristina Fernandes mencionar, na Globonews, um suposto movimento dentro da Igreja Católica que buscava retirar o título da santa em resposta a uma pressão de evangélicos. A emissora posteriormente esclareceu que a proposta citada foi apresentada em 2007 e arquivada em 2008, pedindo desculpas aos telespectadores.
Apesar do desmentido, a fake news foi explorada por políticos de esquerda. Um levantamento do software Brandwatch destacou a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) como a principal responsável por viralizar a falsa informação, com um post que obteve mais de 40 mil curtidas, onde expressou preocupação sobre a possibilidade de um retorno do tema ao debate público.
O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) também contribuiu para a disseminação da fake news, afirmando que Flávio Bolsonaro havia proposto a retirada do título de Nossa Senhora e zombando da negativa do candidato. A repercussão negativa poderia ter sido evitada com um cuidado maior na verificação dos fatos por parte da Globo.
Fonte: VEJA
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