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Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva se preparam para os primeiros atos de suas campanhas, temendo a falta de público.
No próximo domingo (16), Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) darão início às suas campanhas, ambos enfrentando a preocupação de não atrair o público esperado. A ausência de uma grande adesão pode ser usada como argumento por seus adversários.
A disputa não se limita apenas ao conteúdo, mas também à imagem que será transmitida ao público. Lula, que realizará seu evento no Estádio Municipal 1º de Maio em São Bernardo do Campo (SP), espera reunir pelo menos 25 mil pessoas. Sua equipe está mobilizada para garantir que o estádio esteja lotado, uma vez que o evento anterior, em comemoração ao Dia do Trabalho em 2024, teve apenas cerca de 2 mil participantes, gerando críticas e sendo alvo de memes.
De forma semelhante, Flávio Bolsonaro se prepara para seu ato na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. A expectativa é que o calçadão esteja cheio, pois um número baixo de participantes poderia transmitir uma imagem negativa, mesmo que o público presente seja maior do que o do evento de Lula. Para evitar críticas, há instruções para que seus aliados compartilhem o evento e confirmem presença, com o objetivo de atrair mais pessoas e evitar comparações desfavoráveis.
Ambas as campanhas buscam repetir o sucesso de eventos anteriores, como o ato de 7 de setembro de 2022, que teve grande adesão ao bolsonarismo, mas que posteriormente não se repetiu em manifestações de apoio a Jair Bolsonaro (PL), que foram contestadas em número por opositores.
Fonte: VEJA
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