Candidatos à Presidência com os maiores patrimônios da democracia brasileira
Por Redação
14/08/2026 às 07:00
Atualizado em 14/08/2026 às 09:30

Foto: VEJA
Os candidatos à presidência precisam informar seus patrimônios à Justiça Eleitoral, com alguns valores alcançando nove dígitos.
Durante o registro de candidatura, os aspirantes à presidência devem declarar seus bens à Justiça Eleitoral. Até o dia 14 de outubro, seis dos treze candidatos já registraram suas chapas. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), lidera a lista com um patrimônio declarado de R$ 178.707.610,09, que inclui participações societárias, fundos de investimento e uma residência avaliada em R$ 704 mil.
Os candidatos têm até o dia 15 de outubro para completar seus registros. Além de Zema, já realizaram essa etapa Lula, Renan Santos, Samara Martins, Hertz Dias e Wilson Grassi.
Embora o patrimônio de Zema seja significativo, ele não é o maior já registrado por um candidato à presidência. Em 2018, João Amoêdo, então filiado ao Novo, declarou R$ 425.066.485,46. Engenheiro e ex-executivo do mercado financeiro, ele é um dos fundadores do Partido Novo, do qual foi expulso posteriormente.
No mesmo ano, Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda e presidente do Banco Central, declarou R$ 377.496.700,70.
Nas eleições de 2022, o empresário Pablo Marçal, que tentou se candidatar pelo PROS, mas foi impedido pela Justiça, declarou R$ 96.942.541,15. Dois anos depois, seu patrimônio mais que dobrou, atingindo R$ 193.503.058,17, majoritariamente em empresas e fundos de investimento. Outro candidato, Felipe D'Ávila (Novo), informou ter R$ 24.619.627,66.
Fonte: VEJA
Relacionadas
Flávio Bolsonaro confirma presença em sabatina com presidenciáveis
14/08/2026 às 14:15
Por Redação
Tribunal do Rio defende pagamentos acima do teto após decisão do STF
14/08/2026 às 14:06
Por Redação
Mais Lidas


