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Andy Carroll identifica agressor em caso de abuso sexual

Andy Carroll identifica agressor em caso de abuso sexual

Por Redação

05/10/2026 às 17:58

Andy Carroll identifica agressor em caso de abuso sexual

Foto: VEJA

O ex-jogador revelou que o coreógrafo Kevin Adams foi seu agressor em 2021.

Andy Carroll, ex-atacante do Liverpool e da seleção inglesa, revelou quem foi o homem que o abusou sexualmente. Trata-se de Kevin Adams, coreógrafo e professor de dança conhecido por sua participação em programas britânicos como Fame Academy e Strictly Come Dancing: It Takes Two.

O ex-jogador havia mencionado o abuso em sua autobiografia, "Owning It", publicada no final de setembro, mas não havia divulgado o nome do agressor até agora. O incidente ocorreu em 2021, quando Carroll jogava pelo Newcastle. Segundo o relato, Adams, que era amigo da então companheira de Carroll, foi à casa do atleta para assistir a uma luta de boxe. Carroll acabou desmaiando após passar mal e acordou durante o abuso.

Após o episódio, o jogador expulsou Adams de sua casa e acionou a polícia, posteriormente testemunhando no julgamento, o que descreveu como uma experiência “humilhante e absolutamente horrível”. Adams negou as acusações, mas foi considerado culpado por crimes sexuais e condenado em 2023.

A confirmação pública da identidade do agressor por parte de Carroll se deu após o nome de Adams aparecer em documentos judiciais que foram tornados públicos. O ex-atacante comentou ao The Sun que estava pronto para seguir em frente e que o ocorrido teve um impacto devastador em sua vida e na de seus entes queridos.

Na autobiografia, Carroll revela que o trauma afetou sua vida de forma prolongada, inclusive sua concentração no futebol. Ele decidiu compartilhar sua experiência na esperança de ajudar outras pessoas que enfrentaram situações semelhantes. "É assustador falar sobre isso, mas isso me moldou tanto quanto qualquer outra coisa boa", disse Carroll. "Se minha história ajudar pelo menos uma pessoa, já terá valido a pena. O que aconteceu comigo afetou todas as facetas da minha vida, tornando difícil me concentrar em qualquer outra coisa, inclusive no futebol. O trauma não desapareceu".

Fonte: VEJA

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