
Foto: A Tarde
O Dia Nacional do Picolé, comemorado em 14 de agosto, celebra a tradição do Picolé Capelinha, que faz parte da memória afetiva dos baianos.
Comemora-se nesta quinta-feira, 14 de agosto, o Dia Nacional do Picolé, que tem um significado especial para os baianos, especialmente para aqueles que cresceram ouvindo o famoso grito "Olha o Capelinha, aê!" nas ruas e praias de Salvador.
O Picolé Capelinha foi criado em 1972 por Seu Antônio, que começou a vender picolés feitos com frutas de sua mercearia no Alto do Peru. O produto inicialmente chamava-se Picolé Santo Antônio, mas o nome foi alterado para Capelinha de São Caetano, ao se popularizar entre os consumidores que perguntavam sobre a origem dos picolés.
Os sabores como coco, amendoim, cajá, umbu, goiaba e morango são parte da infância de muitos baianos. A marca também é conhecida por ter personagens icônicos, como o cantor Xanddy, que vendeu os picolés antes de se tornar famoso.
Apesar de ter enfrentado um período fora do mercado, a marca se reinventou e modernizou sua produção. Atualmente, oferece 18 sabores de picolés, incluindo novas opções como pistache e picolés com casquinha.
Durante o INDEX em 2025, o diretor de marketing da Capelinha, Charles Bragança, reforçou a importância da marca, que está no mercado há 53 anos, mantendo a qualidade enquanto investe em inovação. Ele destacou que a relação com os consumidores vai além do produto, sendo uma parte significativa das memórias afetivas dos baianos.
A Capelinha também busca reforçar sua identidade baiana, utilizando expressões locais nos palitos dos picolés e garantindo que seus produtos são feitos com frutas e sem glúten.
Para muitos, consumir um picolé Capelinha é relembrar os dias de calor, as idas à praia e os momentos simples da infância em Salvador. A marca, que começou em uma pequena mercearia, se consolidou como um símbolo da cultura popular da cidade, mantendo sua tradição enquanto expande suas opções.
Fonte: A Tarde
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